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terça-feira, 27 de dezembro de 2005

caos e criação no quintal de paulo.

o ano não podia acabar melhor. acabei de ganhar da minha mãe uma edição especial do novo disco de paul mccartney que além do cd, que eu estava doido pra comprar o original faz tempo, vem um dvd com documentário da gravação do disco e outras coisas mais. logo pra começar o menu inicial do dvd dura uma música inteira é uma passeio pelos instrumentos disponíveis no estúdio entre eles um grandpiano bosendorfer, um fender rhodes, um wurlitzer, um hammond b3, um minimoog e as várias guitarras, violões e o bom e velho hofner bass guitar. velho, é foda. no documentário paul fala de todas as músicas, do processo de composição, e de coisas como, por exemplo, porque pra ele um acorde menor naquela passagem de tal música soava mais bonito do que um acorde maior por causa da melodia. caralho, é lindo. coisas que a gente tenta fazer todo dia e que pra ele parece tão simples. como é que um compositor com centenas de músicas de melodias lindas ainda consegue descobrir novos intervalos melódicos que unidos a uma sequência de acordes soem tão belos em nossos ouvidos. puta que pariu. vida eterna ao bom e velho paul. que nesse ano de 2006 ele apareça pelo brasil e que eu possa estar presente. que em 2006 a gente continue correndo atrás do sonho. que cada um da gente possa realizar uma meta, uma etapa. que em 2006 mais novas melodias se criem para nosso prazer pessoal e coletivo. que o novo ano que tá chegando possa dar oportunidade a quem trabalha e vai atrás do que quer. que 2006 seja um ano bom, mas bom mesmo pra todo mundo. paz, saúde e trabalho pra todo mundo. volto em janeiro pra contar as novidades da parafusa. o ano tá começando bom. e espero que continue assim.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

a carta formal.

era umas 11:20 da manhã, quando esperávamos ansiosos do lado de fora da sala 511, no corredor do quinto andar do bloco a da unicap. depois de mais ou menos uns cinco minutos nos chamaram para a leitura da carta fornal.

"aos 14 dias do ano de 2005 na universidade católica de pernambuco, unicap, realizou-se a defesa do projeto experimental dos alunos érico almeida, gabriela pires, juliano ribeiro, marcela pontual e viviane calado, todos matriculados no curso de comunicação social na opção de projeto experimental campanha. os alunos defenderam seu projeto perante a banca examinadora composta pela professora rosânia soares e pelos publicitários edison martins e ivana de souza e acompanhada por seu orientador, professor rodrigo duguay, que também subescreve este documento. segundo estabelecido no regulamento do projeto de conclusão do curso de comunicação social habilitação em publicidade e propaganda da unicap, após a apresentação e arguições, a banca deliberou pela aprovação dos alunos resultando a nota final do projeto em nove vírgula vinte e cinco."

pois é, agora é fato.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2005

goiânia noise 2005.

O que esperar de um festival com 48 bandas em três dias? Fomos pra Goiânia sem saber o que nos esperava. Na verdade, os caras do Superoutro já tinham comentado muito bem sobre o festival e como o público recebe bem as bandas de fora. Mas chegando lá é que você vê como é a parada. Fomos escalados pro primeiro dia do festival, a sexta. Foi o dia o maior público do evento, mais de 1000 pessoas espalhadas pelo Centro Cultural Martin Cererê. O lugar é muito astral. Dois teatros fechados, climatizados, instalados dentro de antigas caixas d’água desativadas. Os shows tem duração de 30 minutos pra todo mundo e durante o show em um teatro o outro fica fechado pra passagem de som da outra banda, o que faz com que os shows sempre lotem. Fizemos um show muito bom, do jeito que tínhamos planejado. Foram cinco músicas do “meio-dia” e duas músicas novas. Ficamos bem surpresos com a recepção do público. As pessoas assistiram o show colados no palco e aplaudiram muito em todas as músicas. Soube que o PA estava muito bom e os comentários pós-show só nos fizeram ficar ainda mais felizes.
a viagem foi muito massa. nos divertimos muito apesar dos gastos. mas valeu a pena por tá junto falando muita merda e tomando umas cervejas. a cidade não é nada bonita pelo que pudemos ver. mas também não fomos pra muito longe do hotel não. estávamos bem no centro da cidade e o dia que saímos andando pra almoçar uma pizzaa foi no sábado de tarde. a gente andou pra cacete mas foi divertido. aliás qualquer coisa era motivo pra rir. que venham mais viagens e mais shows da parafusa.