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segunda-feira, 28 de novembro de 2005

relatos de um torcedor feliz e orgulhoso.

fazia tempo que não tinha um dia tão importante na minha vida de torcedor. o santinha, melhor time do campeonato brasileiro da série b, jogando em casa, precisando apenas de uma vitória simples para voltar à primeira divisão. vocês não têm noção do que era aquilo. 63.970 pessoas torcendo, apoiando, gritando, passando mal. entramos às 13:25. eu, zeca, bernardo e serginho, companheiros tricolores de pouco tempo mas que essa corrente é forte é. braguinha, irmão de bernardo, reforçava a corrente. sol ducaralho. não parava de entrar gente. a hora demorou a passar até que o santinha entrou em campo e as cores vermelho, branco e preto nunca estiveram tão vivas. explosão de emoção em plena tarde de sábado. o jogo é tenso. o santa leva um gol e o silêncio é enlouquecedor. até que do meu lado ouço um torcedor gritar "vamo lá santinha!" e eu percebi que nada tava perdido. os vinte minutos seguintes são de matar qualquer torcedor do coração. o time da barbie, aquele da conselheiro rosa e silva, perde um pênalti e a situação fica menos ruim. ao 38 min de jogo, uma arrancanda da sensação do campeonato. carlinhos bala chuta pro meio da área e reinaldo, o artilheiro que há seis rodadas não fazia gol. caralho! domínio e bola na rede. explosão coral na arquibancada, felicidade pra quase 64 mil pessoas do estádio. o grito de gol ainda não tinha acabado até que 2 minutos depois, o mesmo reinaldo, aquele que estava devendo pra torcida, fez outro depois de uma jogada do mago do arruda. rosembrick cruzou pra dentro da área e o artilheiro cabeceeou pra dentro. puta que pariu! êxtase de alegria. emoção nos abraços gritos e sorrisos. o recife parou ao ouvir os gritos da torcida tricolor. ainda no primeiro tempo, carlinhos quase faz o terceiro depois de um lançamento primoroso de reinaldo. fiquei pensando depois que acho que foi até melhor. pq senão ia ter muita gente morrendo de emoção. sério mermo. era muita gente passando mal e se tivesse saído o terceiro naquele momento até eu não ia aguentar. o segundo tempo foi nervoso, o tempo não passava e o santa perdendo alguns gols e tb se livrando de sofrer o empate. até que faltando mais ou menos 15 minutos pra acabar o jogo, a notícia de que o náutico tinha mais um pênalti a seu favor. era a consagração de pernambuco. a confusão nos aflitos era grande e o pênalti não era cobrado. o jogo do santa acabou e a comemoração era de campeão. claro! vitória no arruda pênalti pro náutico. um empate ou derrota do grêmio fazia do santa o campeão mais que merecido da série b. mas não. as meninas da rosa e silva deixaram a vitória escapar e enquanto saíamos do estádio soubemos do gol do grêmio. hein? como assim? um time com quatro jogadores a menos ainda era capaz de fazer um gol? só nesse time da barbie mermo. mas isso não alterou o entusiasmo da comemoração. liguei pro meu pai. o maior incentivador desse torcedor tricolor aqui já estava em casa e já tinha feito muita farra com alguns amigos. saímos do arruda andando, comemorando e cantando pelas ruas. não tínhamos destino. só queríamos comemorar. como é bom ser tricolor. santa felicidade!

terça-feira, 22 de novembro de 2005

parafusa: música e letra.

chegaram os cds da fábrica. a primeira tiragem "oficial" de fábrica com número de lote e tudo mais. a arte do encarte é a mesma só que tem mais páginas e agora com as letras de todas as músicas. parafusa em música e letra pra ninguém reclamar mais. quem já tem eu acho legal comprar de novo pra colecionar :P quem não tem essa é a melhor hora de comprar. ainda estamos negociando com as lojas mas em breve vai ser parafusa que só a porra de presente de natal.

quinta-feira, 17 de novembro de 2005

rapaz, que coisa.

tá foda. tenho tempo pra nada véi. que merda! um monte de coisa boa acontecendo (parafusa convidado pra tocar no goiânia noise, videoclipe da música "maria" sendo gravado, faculdade chegando ao fim) e eu não tenho tempo nem pra dormir direito. se bem que isso já é meu normal, mas to ficando cansado. quero fazer tudo, acompanhar tudo de perto, ter voz ativa nas decisões. isso é culpa de painho. essa coisa de tudo ao mesmo tempo agora é culpa dele, puxei a ele. no feriado não descansei e acho que até a viagem pra goiânia (provavelmente 1 ou 2 de dezembro) deve ser um rojão só. tenho dois sites pra terminar, apresentação final do projeto pra preparar junto com o grupo, ensaios pro festival, acompanhar as filmagens, edição e montagem do clipe, preparar uma arte pra camisa de comemoração dos 30 anos de formado do meu pai (sim, eles se encontram todo ano desde 1975) e namorar. foda né não?! mas dezembro vem aí. com ainda menos tempo e com a correria de sempre. que coisa.

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

"é tanto charme que nem cabe no salão."

pense numa frase que eu gosto. consigo visualizar o deslumbramento diante da bailarina, do jeito como anda ou como olha. é impressionante. tiago é um arrombado mermo. foda é que ele passou um tempo sem escrever e tá voltando a fazer isso agora. espero coisas nesse nível. só eu não. passei um tempo sem escrever por aqui e também to voltando agora. vou tentar voltar de verdade. a primeira providência é dedicar um dia às publicações. acho que serão nas segundas e quintas. a não ser que algo aconteça e mereça publicação extraordinária.
-x-
daqui a mais ou menos 13 dias estarei entregando meu projeto de campanha final do curso de publicidade e propaganda para a primeira banca. estamos simplesmente aperriados. eu e mais quatro loucos que se reúnem duas vezes por semana pra quebrar a cabeça e tentar tirar algo dela. de uma coisa tenho certeza: vou me formar publicitário pra virar músico. que coisa! e isso aconteceu com várias pessoas que conheço. uns se formaram em arquitetura, jornalismo, engenharia, tudo isso pra virar músico. e eu, depois de 4 anos, to vendo minha hora de virar músico por tempo integral chegar. sei que isso não vai acontecer tão facilmente até pq adoro direção de arte, layouts, fontes e sites bonitos. não vou deixar de fazer isso nunca. mas com certeza farei com um peso bem menor sobre minhas costas.